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terça-feira, 24 de julho de 2018

Irá o islão prevalecer?



Um meu amigo muçulmano, Hamzat Alhusman O, opôs-se a uma publicação que eu compartilhei, contando a história de uma grande desportista indiana, Heena Sidhu, que se recusou a participar num evento no Irão, porque seria forçada a usar um hijab.

Hamzat comentou: "Que tal te enforcares? Isso acabará com o teu ódio, certo? Gente estúpida, não entendo porque o hijab é a vossa dor de cabeça... Olha, quer tu gostes, quer não, o Islão irá prevalecer, a sua luz continuará acesa, não importa o quanto tu tentes apagá-la! Isto porque o Islão é a verdade e qualquer coisa que tu digas que não seja isso, será falso. A falsidade, no entanto, está condenada a desvanecer na presença da verdade"

Esta foi a minha resposta.

"Tu dizes que o Islão vai prevalecer, mas eu só gostaria de saber onde, no mundo, tu vês um modelo que desejarias que todos nós seguíssemos? Qual país islâmico tu gostarias de nos ver a imitar?

Que tal o Afeganistão, um dos países mais pobres do mundo, com níveis de bem-estar muito aquém do resto do mundo e onde o casamento infantil forçado é endémico?

Indonésia, um dos países mais corruptos do mundo?

Arábia Saudita, um reino antidemocrático, onde as mulheres não têm permissão para conduzir, ou até mesmo para sair de casa sem um parente do sexo masculino a acompanhar e que tem um dos piores registos de direitos humanos do mundo?

O Irão, que obriga as mulheres a cobrirem as suas cabeças (até mesmo mulheres estrangeiras, não muçulmanas) e enforca adolescentes homossexuais em guindastes nos centros das cidades?

Paquistão, um país desesperadamente pobre, onde inocentes foram mortos por multidões religiosas, sob a suspeita de que poderiam ter dito ou feito algo para ofender os muçulmanos e onde os não-muçulmanos estão em risco constante por parte dos seus vizinhos e do sistema judicial corrupto? Ou, talvez, anseies pela tradição paquistanesa vani, em que uma família apazigua um crime cometido por um membro da família do sexo masculino, dando à família injustiçada uma menina como noiva?

Eu poderia continuar, mas olha ao redor do resto do mundo muçulmano e encontrarás uma corrupção terrível, governos não-democráticos, pouca ou nenhuma liberdade de expressão, penalizações legais e mesmo a morte por apostasia, sunitas e xiitas lutando uma contenda sanguinária e mortal, pobreza, discriminação contra mulheres e homossexuais, e intolerância para com as outras religiões.

Ou talvez prefiras ser como os mais puros e mais literais intérpretes das sagradas escrituras islâmicas, como o ISIS ou o Boko Haram, que consideram o assassinato de não-muçulmanos como sagrado, que tomam escravas sexuais como sanção de deus e atiram homossexuais de prédios altos como dever sagrado?

O Islão é um insulto ao progresso humano e quanto mais cedo seus praticantes perceberem esse fato, melhor para eles e para o resto do mundo ".


Traduzido e adaptado de Bill Flavell

sábado, 4 de novembro de 2017

Religião e terrorismo



De forma metódica e recorrente, lobos solitários, envenenados por um manual terrorista que alegadamente o Arcanjo Gabriel ditou a um beduíno analfabeto e amoral, espalham a dor e o luto nos países civilizados.

Na cosmopolita cidade de Nova Iorque, perto do memorial do World Trade Center, um fascista islâmico atirou uma carrinha contra quem andava numa ciclovia movimentada de Manhattan, assassinando oito pessoas e ferindo 11.

Nova Iorque tem tudo o que um fanático religioso detesta, embrutecido por um livro da Idade do Bronze. É uma cidade imensa onde a diversidade de costumes e culturas são o seu apanágio, o santuário das artes, da música e da tolerância que os beatos odeiam, um expoente da civilização que nos distingue da barbárie.

O terrorismo é hoje uma das maiores ameaças à civilização, a espada suspensa sobre as nossas liberdades e o húmus onde cresce a xenofobia e o ódio que alimenta os partidos de extrema-direita. É isso que esses trogloditas pretendem, no seu proselitismo insano, convictos de terem à espera rios de mel e as 72 virgens que de pouco lhes serviriam no estado em que habitualmente ficam.

Só é possível combater o terrorismo islâmico com apoio dos próprios muçulmanos, que são as suas principais vítimas, mas é urgente vigiar as mesquitas e madrassas, onde os clérigos demonizam a liberdade, e impedir os guetos onde o comunitarismo medra.

Há quem não queira ser atropelado, explodido e morto por terroristas que apostaram na destruição de uma civilização que o ocaso da sua os faz odiar.

Temos de impedi-los.