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quinta-feira, 12 de abril de 2018

Jesus, invenção romana




Jesus nunca existiu. Foi inventado mesmo pelos romanos para abafar as revoltas contra eles na Palestina. E sim houve muitos Yoshuas ou Iesus (forma latina) que tentaram se revoltar contra os romanos, A maioria foi morta até os romanos entenderam que não era por aí: criar mais revolta ainda. Até que escolheram um "bode" expiatório que ficou famoso com a frase: A CÉSAR O QUE É DE CESAR, liberando o governo romano e FORA DO TEMPLO, SACERDOTES COMERCIANTES, revolta contra as leis corruptas dos sacerdotes judeus. Isso tudo temperado com milagres e aparições levou o povo sedento a acreditar no suposto MESSIAS (que até hoje os judeus esperam) mas nada prova que ele existiu em carne e osso, pois tudo sobre Iesus foi escrito muitos anos após a suposta crucificação dele... 

Preste atenção nisso: segundo Atwill, a criação da história de Jesus teria sido uma estratégia política dos romanos para pacificar as investidas violentas dos judeus que viviam na Palestina naquela época. Os romanos esgotaram suas tentativas de conter a rebelião usando armas e teriam criado o mito de um líder judeu pacifista para inspirar o hábito de "dar a outra face" e encorajar os judeus a ceder a César e pagar impostos a Roma. Quem procurar na história de Roma, verá que quando o Imperador Constantino oficializou a fé cristã no Império Romano, a primeira estátua de IESUS foi feita à sua semelhança e há ícones mostrando o CRISTO-CONSTANTINO.

A história pode provar com documentos de que realmente ele é uma ficção inventada pelos romanos para pacificar a Roma do Leste (Constantinopla) hoje Istambul na Turquia devido aos ataques frequentes aos romanos. O melhor foi anistiar os judeus terroristas oficializando uma religião JUDAICA-CRISTÃ que se espalhou até Roma com muita violência. Só que Roma estava em total decadência com tribos bárbaras invadindo de todas as partes do Império. Isso sem contar os conflitos políticos e a depravação política dos Imperadores romanos. Isso foi um cenário para que a religião de Constantinopla tomasse força e se fixasse em Roma como religião oficial no século III.

Por Raimundo Marvin

Partilhado por Flávio Henrique

segunda-feira, 19 de março de 2018

O Jesus mítico e impostor



Observando a crítica dos teólogos cristãos, vemos que eles pregam um exclusivismo fanático. Enquanto dizem que os deuses dos povos orientais são míticos, elevam o seu a um patamar inquestionável. Essa perspectiva exclusivista levou alguns estudiosos a considerar o Cristianismo perigoso. Se Jesus é meramente outro deus em meio a muitos outros do mundo antigo, apenas um profeta que esposou as filosofias e morais que estava em voga antes de seu tempo, por que somente ele deve ser considerado verdadeiro em vez de um mito também? E pior, o Cristianismo afirma que ele não era apenas um profeta, mas também o Deus único do Universo.

Em vista do contexto religioso e histórico em que Jesus, o Messias, foi formado, não resta dúvida que ele é o resultado psicológico de um povo vivendo numa era apocalítica. Poucas pessoas questionam se Jesus foi realmente um personagem histórico nascido entre 7 e 4 a.C., em Israel, que ele morreu na cruz e ressuscitou dentre os mortos.

Todavia, as razões para esses eventos levam a uma encruzilhada nas tradições religiosas. Quando se examina o Jesus do qual o Cristianismo fala, percebe-se que ele fica destituído de ambientação histórica. As profecias e o cumprimento delas na vida de Jesus, de forma distinta dos ensinamentos do Budismo e do Hinduísmo, parecem verdades para o homem ocidental. Ainda assim, nos escritos de outras religiões, descobrimos crenças muito parecidas com aquelas apresentadas nos evangelhos canônicos. Algumas tradições afirmam que, nas cordilheiras do Himalaia, a partir dos 12 anos, Jesus recebeu “orientação espiritual” dos lamas tibetanos e retornou a Jerusalém logo depois de completar trinta anos. Ele, depois disso, fez milagres e profecias, mas escapou da crucifixão e retornou à Índia, onde viveu na Caxemira, e seu túmulo está lá até hoje. 

Na literatura hindu, a tradição insiste que Jesus visitou a Índia durante o reinado do rei Shalivahan. De acordo com esses relatos, Jesus disse que ele se chamava Yuz Asaf e passou a ser conhecido como Isa Masih, ou Jesus, o Messias. Encontra-se essa afirmação em escritos que, supostamente datam do ano 115 da nossa era.

Algumas lendas dizem que, depois da morte de Judas na cruz (o verdadeiro crucificado), Jesus foi a Damasco por um período de dois anos, onde ocorreu o encontro com Paulo. Afirma-se que ele pregou para o rei de Nisibis, no sudeste da Turquia. 

Outra perspectiva é que Jesus viajou para o Afeganistão onde fez milagres, enquanto outras lendas afirmam que ele e sua mãe foram para o Paquistão, fundamentando-se no Sura 23:50 do Alcorão onde está escrito que Maria foi enterrada nesse local, no cume de uma montanha. 

Alguns ditos de Jesus estariam em inscrições próximas de Caxemira, na Índia, e houve especulação de que esses ditos pudessem ser “logias” mencionadas no século II por Papias, discípulo de João. Um mito comum é que a história de Jesus, na realidade, é a história recontada de Krishna. Parte dessa crença fundamenta-se na opinião de alguns Pais da Igreja que não consideravam a religião ensinada por Jesus como nova e única. 

O primeiro historiador da igreja, Eusébio de Cesareia, escreveu: “A religião de Jesus Cristo não é nova nem estranha”. E Agostinho de Hipona alega: “Isso, em nossa época, é a religião cristã, não que não fosse conhecida em tempos antigos, mas recebeu esse nome recentemente”. Em acréscimo a isso, de acordo com o Hinduísmo, Krishna, o oitavo avatar ou manifestação do deus Vishnu, possui mais de cem pontos de comparação com a vida de Jesus. 

Mas, se isso for verdade, então a maioria das crenças essenciais cristãs sobre Jesus terá de ser abandonada, se aceitarmos a anterioridade de 900 anos dos fatos sobre Krishna. Em vista destes fatos, parece que o Cristianismo está em uma situação difícil, sendo apenas uma religião fundamentada em traços de outras religiões da Antiguidade. Há um importante contraste, entretanto, entre a religião de Krishna e a Bíblia: a primeira tem uma ênfase panteísta, ao passo que a última afirma haver uma distinção entre Deus e o mundo; a perspectiva do Hinduísmo é filosófica e ética, enquanto a perspectiva cristã pretende ser histórica. 

Para mim, não faz a menor diferença se ele nunca existiu, mas notem que a historicidade de Jesus é essencial para a “salvação eterna” prometida para o cristão, e esse é o ponto psicológico da aceitação do mito cristão. Apesar da enorme “coincidência” ente os ensinamentos de Jesus e Buda (que viveu 500 antes), o último ensinamento da senda óctupla do Budismo é a “concentração correta” - a intensificação do fator mental presente em todo estado de consciência, uma tentativa deliberada para elevar a mente ou a consciência a um nível mais purificado -, mas Jesus nunca ensinou esse tipo de meditação, antes o objetivo dele não era para que lutássemos para alcançar um estado de supraconsciência, mas sim que o conheçamos e o sigamos, numa clara demonstração de persuasão para a dominação. 

O texto bíblico relata-nos que Jesus era o Cordeiro de Deus que veio tirar o pecado do mundo (um plágio do deus Mitra). A segunda vinda de Jesus, minha última consideração, é visto como o juiz vindouro que virá buscar sua igreja para si mesmo na ressurreição e, conforme meu entendimento das Escrituras, quando ele vier estabelecerá o reino prometido a Davi e a Israel. Na primeira parte de sua segunda vinda, ele resgata sua noiva; e, na parte final, ele vem para julgar e reinar sobre a Terra. Como as várias religiões do mundo têm posições contraditórias em relação à natureza de Deus, ao pecado, à salvação e às outras crenças, todas elas (inclusive o Cristianismo) não podem estar corretas sobre o que é verdade. 

A lei básica da Lógica é chamada de a lei da não contradição. Duas proposições opostas uma à outra não podem ser as duas verdadeiras ao mesmo tempo. Não posso tomar algo por verdade, se isso já não for verdade; posso descobrir que algo é ou não verdade e aceitar ou rejeitar essa verdade. Aquilo que aceitamos como verdade sobre a “palavra de deus” exclui todas as outras possibilidades sobre a afirmação da verdade que criamos. 

Quando colocamos várias religiões lado a lado, descobrimos um número excessivo de perspectivas contraditórias, uma em oposição à outra. Não é possível que todas elas sejam verdadeiras, mas Jesus afirmou “que ele era a verdade, o caminho e a vida”, e que ninguém vem ao Pai exceto por intermédio dele. Essa perspectiva é estreita e exclusiva. 

O Cristianismo, conforme tradicionalmente se acreditou por dois mil anos, é perigoso, destrutivo e aviltante. Acreditar que Jesus é o único Salvador do mundo, que ele é Deus em carne e que é necessário crer nele para ter a vida eterna, é um ponto de vista prejudicial. O Cristianismo, no entanto, nunca foi aceito unanimemente e, tampouco, essa abordagem será bem-sucedida no futuro.

sábado, 22 de julho de 2017

A Bíblia e a escravidão




Génesis 17:12 
O filho de oito dias, todo varão dentre vós será circuncidado, por todas as vossas gerações, tanto o nascido em casa como o comprado por dinheiro a qualquer estrangeiro, que não for da tua linhagem.

Nesta passagem, Deus entende que pessoas compram outras pessoas e, obviamente, não critica este costume. Deus quer que os escravos sejam circuncidados da mesma maneira que os não-escravos.

Êxodo 12:43-45 
Disse mais o Senhor a Moisés e a Arão: Esta é a ordenança da Páscoa; nenhum, estrangeiro comerá dela, mas todo escravo comprado por dinheiro, depois que o houveres circuncidado, comerá dela. O forasteiro e o assalariado não comerão dela.

Novamente Deus mostra que aceita totalmente a escravidão e ainda determina um tratamento especial aos escravos.

Êxodo 21:1-6 
Estes são os estatutos que lhes proporás: Se comprares um servo hebreu, seis anos servirá; mas ao sétimo sairá forro, de graça. Se entrar sozinho, sozinho sairá; se tiver mulher, então com ele sairá sua mulher. Se seu senhor lhe houver dado uma mulher e ela lhe houver dado filhos ou filhas, a mulher e os filhos dela serão de seu senhor e ele sairá sozinho. Mas se esse servo expressamente disser: “Eu amo a meu senhor, a minha mulher e a meus filhos, não quero sair forro”, então seu senhor o levará perante os juizes, e o fará chegar porta, ou ao umbral da porta, e o seu senhor lhe furará a orelha com uma sovela; e ele o servirá para sempre.

Aqui Deus descreve como se tornar escravo para sempre e mostra que é completamente aceitável separar escravos de suas famílias. Deus também endossa a marcação de escravos através de mutilação.

Êxodo 21:20-21 
Se alguém ferir a seu servo ou a sua serva com pau, e este morrer debaixo da sua mão, certamente será castigado, mas se sobreviver um ou dois dias, não será castigado; porque é dinheiro seu.

Não só Deus perdoa a escravidão, como ele também aceita que se espanque seus escravos, contanto que não os mate.

Êxodo 21:32 
Se o boi escornear um servo, ou uma serva, dar-se-á trinta siclos de prata ao seu senhor, e o boi será apedrejado.

Além de consentir com a escravidão, Deus coloca um valor nos escravos — 30 siclos de prata.

Levítico 22:10-11 
Também nenhum estranho comerá das coisas sagradas; nem o hóspede do sacerdote, nem o jornaleiro, comerá delas. Mas aquele que o sacerdote tiver comprado com o seu dinheiro, e o nascido na sua casa, esses comerão do seu pão.

Aqui Deus mostra que filhos de escravos também são escravos, e consente completamente com este conceito.

Levítico 25:44-46 
E quanto aos escravos ou escravas que chegares a possuir, das nações que estiverem ao redor de vós, delas é que os comprareis. Também os comprareis dentre os filhos dos estrangeiros que peregrinarem entre vós, tanto dentre esses como dentre as suas famílias que estiverem convosco, que tiverem eles gerado na vossa terra; e vos serão por possessão. E deixá-los-eis por herança aos vossos filhos depois de vós, para os herdarem como possessão; desses tomareis os vossos escravos para sempre; mas sobre vossos irmãos, os filhos de Israel, não dominareis com rigor, uns sobre os outros.

Aqui Deus determina onde você pode comprar seus escravos e especifica claramente que escravos são propriedades para serem comprados, vendidos ou dados.

Lucas 7:2-10 
E um servo (escravo) de certo centurião, de quem era muito estimado, estava doente, quase morte. O centurião, pois, ouvindo falar de Jesus, enviou-lhes uns anciãos dos judeus, a pedir-lhe que viesse curar o seu servo. E chegando eles junto de Jesus, rogavam-lhe com instância, dizendo: É digno de que lhe concedas isto, porque ama nossa nação, e ele mesmo nos edificou a sinagoga.

Ia, pois, Jesus com eles; mas, quando já estava perto da casa, enviou o centurião uns amigos a dizer-lhe: Senhor, não te incomodes; porque não sou digno de que entres debaixo do meu telhado; por isso nem ainda me julguei digno de ir tua presença; dize, porém, uma palavra, e seja o meu servo curado. Pois também eu sou homem sujeito autoridade, e tenho soldados s minhas ordens; e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz.

Jesus, ouvindo isso, admirou-se dele e, voltando-se para a multidão que o seguia, disse: Eu vos afirmo que nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé. E voltando para casa os que haviam sido enviados, encontraram o servo com saúde.

Aqui Jesus mostra que também está vontade com o conceito de escravidão. Jesus cura os escravos sem cogitar livrar o escravo ou punir o seu dono.

Colossenses 3:22-23 
Vós, servos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne, não servindo somente vista como para agradar aos homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor. E tudo quanto fizerdes, fazei-o de coração, como ao Senhor, e não aos homens…

Aqui Deus mostra que ele aceita a posição de escravidão e encoraja escravos a trabalharem duro.

Tito 2:9-10 
Exorta os servos a que sejam submissos a seus senhores em tudo, sendo-lhes agradáveis, não os contradizendo nem defraudando, antes mostrando perfeita lealdade, para que em tudo sejam ornamento da doutrina de Deus nosso Salvador.

Mais uma vez Deus mostra que está completamente de acordo com a escravidão.

Deus ama a escravidão. Se a Bíblia foi escrita por Deus, e essas são as palavras do Senhor, então só se pode chegar a uma única conclusão: Deus é um defensor apaixonado da escravidão e suporta plenamente o conceito.

Como pode ver, essas passagens nos mostram uma imensa contradição:

Por um lado, todos nós sabemos que a escravidão é um ultraje e uma abominação moral. Como resultado, escravidão é hoje completamente ilegal no nosso mundo desenvolvido. Por outro lado, a grande maioria dos cristãos clamam que a Bíblia veio de Deus. Na palavra de Deus, o “criador do universo” deixa claro que escravidão é perfeitamente aceitável. Espancar seus escravos está bem. Escravizar crianças está bem. Separar escravos de suas famílias está bem. De acordo com a Bíblia, deveríamos estar praticando escravidão até hoje. A intensidade desta contradição é gritante. Ela nos mostra claramente que Deus não existe.

Se Deus existisse, e se estivesse gerindo qualquer regra deste planeta, ele eliminaria esta conexão entre ele mesmo e a escravidão. Não há como amar um Deus que permita ser mostrado como um defensor da escravidão desta maneira.

Aqui está algo que eu quero ajudar você a entender: Você, como um ser humano racional, sabe que escravidão é errado. Você sabe disso. É por isso que cada uma das nações do nosso mundo tornou a escravidão um ato ilegal. Seres humanos fizeram a escravidão ilegal, desafiando diretamente a palavra de Deus, porque sabemos com completa certeza que escravidão é uma abominação.

O que seu bom senso lhe diz agora sobre a Bíblia apoiar a escravidão tanto no Antigo como no Novo Testamento? Dado o fato que a Bíblia claramente aceita a escravidão, seu bom senso deveria lhe estar dizendo que Deus não existe.

Flávio Henrique